22 de setembro de 2010
Um pouco de Arte...
Ampliando aquela minha pesquisa sobre as imagens de obras de Arte com temática da costura, encontrei um vídeo interessante...uma leitura de uma obra de Velázquez, as Fiandeiras:
Gostei da leitura, que é ampliada pelas referências de cada um... se quiseres assistir, é só clicar na imagem.
14 de setembro de 2010
Trapunto de cordão...à mão.
Ando com saudade de costurar em grupo...
Sentar com pessoas especiais e ficar ali, costurando e conversando...por puro prazer, onde cada uma concentra-se nos seus trabalhos compartilhando boas risadas.
Panos coloridos... agulhas, alfinetes pela mesa...talvez alguns botões...
Um café... um bolinho... e a festa estava feita!
- - - - - - - - - - -
Durante a aula de patchwork - lá na Eliana, fui curiosar um trabalho feito por ela em Trapunto.
Até aquele momento eu jamais imaginaria que havia uma técnica de costura assim...
Então ela me explicou que aquela era mais uma maneira para ornamentar trabalhos em tecido...
O Trapunto é um termo italiano que significa "bordar e encher”.
Este estilo nasceu por volta do século XIV, na Sicília. Tornou-se popular para o vestuário e outras decorações em algumas partes da Europa, especialmente na Inglaterra, (1485-1550), Marselha e França, (1600).
- - -
O Trapunto chegou à América pelas mãos de mulheres imigrantes provenientes destes países. Uma trabalho feito com essa técnica sempre é considerado elegante.
A técnica consiste em harmonizar a costura, linhas e pontos contornando desenhos de flores, folhas, geométricos ou outros motivos. Algodão ou fios recheiam de um jeito especial o desenho.
- - -
Fiquei encantada porque “a coisa” ficava em alto relevo, dava para ver e "sentir" o desenho!
Não deu outra: fugi do Script das aulas e lá estava eu aprendendo o Trapunto de Cordão...feliz da vida.
É uma delícia fazer... primeiro vem o desenho, depois a costura, depois o enchimento das linhas desenhadas com o cordão... e mais alguns detalhes para que fique tudo bem bonito e caprichado...
Na época, fiz uma almofada que foi oferecida de presente de aniversário para minha mãe.
Agora, me deu novamente aquela vontade de costurar os desenhos....
Em breve mostrarei as minhas novas almofadas "trapuntadas" prontinhas...
Sentar com pessoas especiais e ficar ali, costurando e conversando...por puro prazer, onde cada uma concentra-se nos seus trabalhos compartilhando boas risadas.
Panos coloridos... agulhas, alfinetes pela mesa...talvez alguns botões...
Um café... um bolinho... e a festa estava feita!
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Durante a aula de patchwork - lá na Eliana, fui curiosar um trabalho feito por ela em Trapunto.
Até aquele momento eu jamais imaginaria que havia uma técnica de costura assim...
Então ela me explicou que aquela era mais uma maneira para ornamentar trabalhos em tecido...
O Trapunto é um termo italiano que significa "bordar e encher”.
Este estilo nasceu por volta do século XIV, na Sicília. Tornou-se popular para o vestuário e outras decorações em algumas partes da Europa, especialmente na Inglaterra, (1485-1550), Marselha e França, (1600).
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O Trapunto chegou à América pelas mãos de mulheres imigrantes provenientes destes países. Uma trabalho feito com essa técnica sempre é considerado elegante.
A técnica consiste em harmonizar a costura, linhas e pontos contornando desenhos de flores, folhas, geométricos ou outros motivos. Algodão ou fios recheiam de um jeito especial o desenho.
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Fiquei encantada porque “a coisa” ficava em alto relevo, dava para ver e "sentir" o desenho!
Não deu outra: fugi do Script das aulas e lá estava eu aprendendo o Trapunto de Cordão...feliz da vida.
É uma delícia fazer... primeiro vem o desenho, depois a costura, depois o enchimento das linhas desenhadas com o cordão... e mais alguns detalhes para que fique tudo bem bonito e caprichado...
Na época, fiz uma almofada que foi oferecida de presente de aniversário para minha mãe.
Agora, me deu novamente aquela vontade de costurar os desenhos....
Em breve mostrarei as minhas novas almofadas "trapuntadas" prontinhas...
10 de setembro de 2010
É preciso aproveitar...e reaproveitar.
Nessa semana, recebi um e-mail com algumas dicas para economizar o planeta e tornar a vida mais simples...
Aliás, há meses eu andava brigando com as caixas de leite que agora vem com uma tampinha plástica, as mesmas das garrafas Pet.
Fico chateada ao pensar que mais esse monte de tampinhas irão parar no lixo... na rua... nos rios e mares... matando peixes e tartarugas como tanto ouvimos falar.
Até deixei de comprar a marca do leite e suco que “oferecem as tampas gratuitamente” nas caixas, tornando mais prático(mas poluindo mais). Infelizmente, não dá para fugir sempre desse consumo e algumas delas ainda aparecem aqui em casa...
Mas gostei da idéia de reaproveitar as tampas, utilizando as mesmas como “lacre” de embalagens abertas em casa. Já testei... é bem prático, é só cortar a tampa e rosca da embalagem, passar o saco aberto pelo centro e "rosquear". Passei a utiliza-las:

Uma boa idéia, que realmente merece ser divulgada.
Aproveite a vida... e re-aproveite.
TUDO!
É preciso reciclar... a matéria...as ações...as idéias...
Ah! Tecidos também!
Lembrando que pedacinhos combinados sugerem criativos trabalhos...
O planeta agradece!
Aliás, há meses eu andava brigando com as caixas de leite que agora vem com uma tampinha plástica, as mesmas das garrafas Pet.
Fico chateada ao pensar que mais esse monte de tampinhas irão parar no lixo... na rua... nos rios e mares... matando peixes e tartarugas como tanto ouvimos falar.
Até deixei de comprar a marca do leite e suco que “oferecem as tampas gratuitamente” nas caixas, tornando mais prático(mas poluindo mais). Infelizmente, não dá para fugir sempre desse consumo e algumas delas ainda aparecem aqui em casa...
Mas gostei da idéia de reaproveitar as tampas, utilizando as mesmas como “lacre” de embalagens abertas em casa. Já testei... é bem prático, é só cortar a tampa e rosca da embalagem, passar o saco aberto pelo centro e "rosquear". Passei a utiliza-las:
Para fechar o pacote de arroz aberto:
Ou quem sabe um pacote de biscoitos... a tampa veda bem:
Uma boa idéia, que realmente merece ser divulgada.
Aproveite a vida... e re-aproveite.
TUDO!
É preciso reciclar... a matéria...as ações...as idéias...
Ah! Tecidos também!
Lembrando que pedacinhos combinados sugerem criativos trabalhos...
O planeta agradece!
6 de setembro de 2010
"Não se acostume com o que não o faz feliz"...
"Não se acostume com o que não o faz feliz,
revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças,
mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!"
Fernando Pessoa
3 de setembro de 2010
Retalhos.
Há dias em que tudo fica tão claro. Transparente. Lúcido.
Nesses momentos, só posso pensar em Instinto. Conexão. Caminho.
Significação.
E assim, ao escrever essas palavras, fragmentos, idéias... esses meus outros “retalhos” costurados, remendados vida afora, integro-me (e me entrego) ao Mar da Vida, esse que nos leva e traz em suas ondas constantes e infinitas.
- - -
Coleciono retalhos tecidos e vividos.
Inclusive, em uma das minhas primeiras “invenções costurísticas”, me preocupei em reunir tecidos que lembravam de pessoas da minha família, retalhos guardados, sobras de roupas costuradas pela minha mãe e avó.
Pedaços regatados daquele saco de retalhos de família, onde as nossas mães e avós, com pena de colocar fora e com consciência ecológica, guardaram para que fossem reaproveitados um dia.
- - -
O retalho abaixo é especial: um pedaço de uma camisa que era do meu avô... irá compor um futuro projeto.
Mas... ao lado... uma imagem que fotografei ontem, ao lembrar dele na vida que ainda florece pelas suas mãos a cada ano... as suas orquídeas... plantadas e multiplicadas por ele (e por minha mãe que fez muitas mudas) em muitos lugares na casa dos meus pais...
Paixão Viva que era dele... e que agora também é nossa:
- - -
E a vida segue nas sementes plantadas por cada um... que crescem e florescem.
Nesses momentos, só posso pensar em Instinto. Conexão. Caminho.
Significação.
E assim, ao escrever essas palavras, fragmentos, idéias... esses meus outros “retalhos” costurados, remendados vida afora, integro-me (e me entrego) ao Mar da Vida, esse que nos leva e traz em suas ondas constantes e infinitas.
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Coleciono retalhos tecidos e vividos.
Inclusive, em uma das minhas primeiras “invenções costurísticas”, me preocupei em reunir tecidos que lembravam de pessoas da minha família, retalhos guardados, sobras de roupas costuradas pela minha mãe e avó.
Pedaços regatados daquele saco de retalhos de família, onde as nossas mães e avós, com pena de colocar fora e com consciência ecológica, guardaram para que fossem reaproveitados um dia.
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O retalho abaixo é especial: um pedaço de uma camisa que era do meu avô... irá compor um futuro projeto.
Mas... ao lado... uma imagem que fotografei ontem, ao lembrar dele na vida que ainda florece pelas suas mãos a cada ano... as suas orquídeas... plantadas e multiplicadas por ele (e por minha mãe que fez muitas mudas) em muitos lugares na casa dos meus pais...
Paixão Viva que era dele... e que agora também é nossa:
E a vida segue nas sementes plantadas por cada um... que crescem e florescem.
28 de agosto de 2010
Generosidade... passe adiante.
No dia a dia, sempre encontro pessoas generosas... boas de coração, de alma, que compartilham, dividem, emprestam, doam sem esperar nada em troca.
E confesso que tenho aprendido tanto... pois essas conexões mobilizam em mim a vontade de passar tudo isso adiante (me lembrei agora do filme A corrente do bem...já viram? é bem legal)
É importante que cada um seja primeiro generoso consigo mesmo, oferecendo a si próprio coisas boas, pensamentos positivos que impulsionam para o bem, pois só reconhecemos ou estimulamos no outro aquilo que tivermos exercitado em nós mesmos, seja para o bem, ou para o mal.
- - -
Hoje pela manhã, ao procurar em uma loja um pedaço de tecido que faltava para finalizar um trabalho, reencontrei uma pessoa muito generosa. Ganhei um presente sem esperar... junto com palavras bem legais que me deixaram feliz.
Por isso, em um sábado cheio de tempo para coisas boas, vale a pena lembrar disso... viver isso.
Elogie alguém hoje... presenteie alguém com o teu sorriso, com o teu carinho, com as tuas costuras.
Vale a pena.
A foto é da minha Anita... uma gata generosa, que oferece lambidas no rosto e um ronrom amoroso que é especial.
Bom final de semana!
E confesso que tenho aprendido tanto... pois essas conexões mobilizam em mim a vontade de passar tudo isso adiante (me lembrei agora do filme A corrente do bem...já viram? é bem legal)
É importante que cada um seja primeiro generoso consigo mesmo, oferecendo a si próprio coisas boas, pensamentos positivos que impulsionam para o bem, pois só reconhecemos ou estimulamos no outro aquilo que tivermos exercitado em nós mesmos, seja para o bem, ou para o mal.
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Hoje pela manhã, ao procurar em uma loja um pedaço de tecido que faltava para finalizar um trabalho, reencontrei uma pessoa muito generosa. Ganhei um presente sem esperar... junto com palavras bem legais que me deixaram feliz.
Por isso, em um sábado cheio de tempo para coisas boas, vale a pena lembrar disso... viver isso.
Elogie alguém hoje... presenteie alguém com o teu sorriso, com o teu carinho, com as tuas costuras.
Vale a pena.
Bom final de semana!
25 de agosto de 2010
Para inspirar...
Livros... livros...tecidos...
Tesouros que guardam segredos, idéias, palavras.
Enlouqueço com livros de patchwork... já tenho alguns muito bons, mas atualmente há uma infinidade de títulos a nossa disposição, que chegam às nossas mãos por diferentes vias: pelas mãos de amigas patchworkólatras, pelas prateleiras das boas livrarias ou pelas visitas e compras nas livrarias online.
Vou confessar que dedico semalmente um tempinho para bisbilhotar livros...de Arte e de Patch. São momentos importantes e inspiradores, de pesquisa e apreciação.
Há alguns materiais para consulta online, com recursos onde podemos folhar e ver o conteúdo... e as muitas idéias de pessoas tão apaixonadas como nós.
Encomendei alguns livros lindos...que demorarão um tempo para chegar, mas já estou contando os dias para vê-los... “ao vivo e a cores”...
Algumas pessoas me dizem: "Credo... esse teu fascínio não é normal"!
Mas e daí? Existe alguém normal hoje em dia?
Ser normal é viver sob normas... regras convencionadas... enquadradas, formatadas.
Acho que se for assim, - Sim, admito que na maioria das situações preciso ser normal, mas me permito em muitas outras ser Anormal, a ponto de causar estranhamento em quem não compreende como é bom costurar quando bate aquela vontade...risos...
Preciso das normas, da técnica, das convenções da costura que me permitem inventar, explorar, criar...recriar... todos os dias - novas e velhas idéias.
No livro: The Farmer’s Wife Sample Quilt de Laurie Aaron Hird, encontrei essa imagem:
Tesouros que guardam segredos, idéias, palavras.
Enlouqueço com livros de patchwork... já tenho alguns muito bons, mas atualmente há uma infinidade de títulos a nossa disposição, que chegam às nossas mãos por diferentes vias: pelas mãos de amigas patchworkólatras, pelas prateleiras das boas livrarias ou pelas visitas e compras nas livrarias online.
Vou confessar que dedico semalmente um tempinho para bisbilhotar livros...de Arte e de Patch. São momentos importantes e inspiradores, de pesquisa e apreciação.
Há alguns materiais para consulta online, com recursos onde podemos folhar e ver o conteúdo... e as muitas idéias de pessoas tão apaixonadas como nós.
Encomendei alguns livros lindos...que demorarão um tempo para chegar, mas já estou contando os dias para vê-los... “ao vivo e a cores”...
Algumas pessoas me dizem: "Credo... esse teu fascínio não é normal"!
Mas e daí? Existe alguém normal hoje em dia?
Ser normal é viver sob normas... regras convencionadas... enquadradas, formatadas.
Acho que se for assim, - Sim, admito que na maioria das situações preciso ser normal, mas me permito em muitas outras ser Anormal, a ponto de causar estranhamento em quem não compreende como é bom costurar quando bate aquela vontade...risos...
Preciso das normas, da técnica, das convenções da costura que me permitem inventar, explorar, criar...recriar... todos os dias - novas e velhas idéias.
No livro: The Farmer’s Wife Sample Quilt de Laurie Aaron Hird, encontrei essa imagem:
Trabalho lindo...em blocos harmônicos, criativos... cheio de “normas”.
Ai...ai... Suspiro!... Lindo né?
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