30 de novembro de 2010
23 de novembro de 2010
Para suspirar...nas mãos de Miss Clara.
Me apaixonei...suspirei... sonhei... vale a pena conferir o vídeo no link:
e sonhar com as ilustrações e peças no site: http://missclara.free.fr/
Que belo "encontro"... alimento para a alma!
20 de novembro de 2010
Histórias de Natal...
Ontem arrumei a casa para o Natal...
A cada ano, ao erguer a árvore e enfeitá-la, sou invadida pelas lembranças de todos os Natais da minha vida, memórias tão bonitas que sempre me emocionam e me impulsionam a acreditar sempre em muitas coisas... nas pessoas, em sentimentos positivos que tomam força quando acreditamos e confiamos na vida.
Desde sempre entendi a época do Natal e final de ano como um momento de renovação, de limpeza interior e exterior, tempo de olharmos para tudo na nossa vida... e descartarmos ou reciclarmos o que não se identifica mais conosco, abrindo espaço para o novo...que chega de novo e de novo a cada ano que passa...
Ainda falta um tempinho para o dia 25... mas vale a pena começar a mudança logo... abrindo espaços diários na correria do final de ano para nos conectarmos a algo maior, que guia as boas ações e intenções tão necessárias nos períodos de mudança.
A cada ano, ao erguer a árvore e enfeitá-la, sou invadida pelas lembranças de todos os Natais da minha vida, memórias tão bonitas que sempre me emocionam e me impulsionam a acreditar sempre em muitas coisas... nas pessoas, em sentimentos positivos que tomam força quando acreditamos e confiamos na vida.
Desde sempre entendi a época do Natal e final de ano como um momento de renovação, de limpeza interior e exterior, tempo de olharmos para tudo na nossa vida... e descartarmos ou reciclarmos o que não se identifica mais conosco, abrindo espaço para o novo...que chega de novo e de novo a cada ano que passa...
Ainda falta um tempinho para o dia 25... mas vale a pena começar a mudança logo... abrindo espaços diários na correria do final de ano para nos conectarmos a algo maior, que guia as boas ações e intenções tão necessárias nos períodos de mudança.
Meu desejo nesse Natal é o de que todos nós possamos aproveitar essa época para transformar e tornar melhor as nossas vidas e a vida de pessoas próximas ou distantes que precisam de alguma força...
Minha gata também fica feliz com as transformações Natalinas...
Olha aí de novo a minha Anita... Natalina!
A foto é do Natal de 2007, seu primeiro ano aqui em casa.
16 de novembro de 2010
Luxo é...
Para muitas de nós, costurar...é um luxo!
Há algum tempo, minha preciosa irmã se “deu o luxo” de me pedir para costurar um avental para o seu uso diário...
Então, eu me “dei o luxo" de fazer um avental bem lindo e caprichado, que combinasse com ela, que é muito chique...
Um composê de poás e listrinhas que ficou lindo...como ela!
Eu gostei... Perfeito para representar momentos luxuosos... de quem se dá o direito de cuidar da sua casa, da sua família, do seu tempo livre com muito amor e feminilidade.
10 de novembro de 2010
Patchwork Vivo.
Sabiam que em algumas tumbas egípcias foram encontradas colchas de retalhos enrolando as múmias?
Essa notícia é um dos registros da existência do patchwork na antiguidade...
Quilts com a missão de preservar o corpo pelo isolamento térmico, levando também para a eternidade as imagens, fragmentos importantes da vida pessoal...
Um tempo de memória costurada!
- - - - - - - - -
Os tempos mudaram, mas continuamos compondo eternamente a nossa colcha, a nossa vida, que sempre associo a um patchwork vivo.
Lidamos todos os dias com partes, fragmentos que temos a missão de costurar e transformar. Pedaços conhecidos, partes coloridas, amareladas, cinzas, rasgadas...e até mesmo os “surpresa”, que aparecem de repente e logo são acrescentados aos outros.
E as nossas vivências e vontade em reunir as partes mais importantes, e, porque não, as mais bonitas, vão formando a nossa colcha, vivas em nossa memória, composta por experiências boas e/ou ruins que registram as imagens, o desenho da nossa existência.
- - - - - - -
Ontem tive um dia em que “costurei à minha colcha viva” coisas importantes...
Tive o privilégio de participar de um evento que reuniu mais de 1300(!) crianças das APAEs do Brasil inteiro (VIII Festival Nossa Arte).
Todos estavam lá... vindos de tantos estados brasileiros, felizes da vida mostrando a sua arte... emendando pedaços de cor nas suas vidas.
Confesso que voltei pensando nas nossas próprias limitações e fiquei com o sentimento de que não há espaço para preconceito algum quando escolhemos ver apenas o que importa: o amor presente dentro cada um. (pode parecer óvio demais...romântico demais... mas é a pura verdade!)
Agradeço imensamente o bem que me fizeram...
Ao voltar, terminei meu dia revendo o filme Colcha de Retalhos com um grupo de alunas também apaixonadas pelas costuras... obra belíssima que sempre me emociona muito, pela beleza da história que costura fragmentos da vida... cheios de emoção e histórias de superação que nos inspiram a viver melhor.
Essa notícia é um dos registros da existência do patchwork na antiguidade...
Quilts com a missão de preservar o corpo pelo isolamento térmico, levando também para a eternidade as imagens, fragmentos importantes da vida pessoal...
Um tempo de memória costurada!
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Os tempos mudaram, mas continuamos compondo eternamente a nossa colcha, a nossa vida, que sempre associo a um patchwork vivo.
Lidamos todos os dias com partes, fragmentos que temos a missão de costurar e transformar. Pedaços conhecidos, partes coloridas, amareladas, cinzas, rasgadas...e até mesmo os “surpresa”, que aparecem de repente e logo são acrescentados aos outros.
E as nossas vivências e vontade em reunir as partes mais importantes, e, porque não, as mais bonitas, vão formando a nossa colcha, vivas em nossa memória, composta por experiências boas e/ou ruins que registram as imagens, o desenho da nossa existência.
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Ontem tive um dia em que “costurei à minha colcha viva” coisas importantes...
Tive o privilégio de participar de um evento que reuniu mais de 1300(!) crianças das APAEs do Brasil inteiro (VIII Festival Nossa Arte).
Todos estavam lá... vindos de tantos estados brasileiros, felizes da vida mostrando a sua arte... emendando pedaços de cor nas suas vidas.
Confesso que voltei pensando nas nossas próprias limitações e fiquei com o sentimento de que não há espaço para preconceito algum quando escolhemos ver apenas o que importa: o amor presente dentro cada um. (pode parecer óvio demais...romântico demais... mas é a pura verdade!)
Agradeço imensamente o bem que me fizeram...
Ao voltar, terminei meu dia revendo o filme Colcha de Retalhos com um grupo de alunas também apaixonadas pelas costuras... obra belíssima que sempre me emociona muito, pela beleza da história que costura fragmentos da vida... cheios de emoção e histórias de superação que nos inspiram a viver melhor.
Cena do filme... vale a pena ver...rever...e seguir costurando!
5 de novembro de 2010
29 de outubro de 2010
Outras Teias.
Quando perdemos o fio...a linha...a conexão, podem ter certeza de que sempre há algo a ser aprendido... refletido....
Há sempre tantos motivos que nos conectam à pessoas "da nossa tribo" que são Grandes Pessoas... sempre dispostas a nos convencer a manter a própria natureza, essa da qual nos distanciamos tantas vezes... pela nossa própria vontade, ou pela dos outros.
À essas pessoas...sou eternamente grata!
...
O livro chegou assim... com hora marcada.
Na capa do livro...um grande patchwork africano bordado.
Seria uma pista?
Começo a ler o livro de Sobonfu Somé, membro da tribo Africana de Dagara...
As palavras trazem em si muitos ensinamentos... vividos pela autora na sabedoria da sua tribo e de seus ancestrais africanos e compartilhada com o mundo através de seus livros.
...
Ao ler o capítulo: O abraço da comunidade, as palavras me parecem tão profundas que fico um bom tempo refletindo sobre elas...
" A comunidade é o espírito, a luz-guia da tribo; é onde as pessoas se reúnem para realizar um objetivo específico, para ajudar os outros a realizarem seu propósito e para cuidar umas das outras. O objetivo da comunidade é assegurar que cada membro seja ouvido e consiga contribuir com os dons que trouxe ao mundo, da forma apropriada. Sem essa doação, a comunidade morre. E sem a comunidade, o indivíduo fica sem um espaço para contribuir. A comunidade é uma base na qual as pessoas vão compartilhar seus dons e recebem as dádivas dos outros".
Esse olhar tão claro das coisas, tão conectado com a natureza humana me emenda à esse inportante fio...
E as idéias se propagam na profundidade da Vida...
- - -Que bom que hoje é sexta! Terei tempo para saborear a leitura do livro... conviver com a minha tribo... e
Costurar.
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