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Oi!

BEM VINDA(O)!



Por aqui encontrarás algumas idéias e coisas me fizeram muito feliz nesses últimos tempos... e também simbolizaram diferentes momentos da minha vida...

Estás convidada(o) a conhecer a COISA... ler os meus escritos, entender como essa história começou... e saber que tudo por aqui foi feito artesanalmente e com muito amor...

13 de maio de 2011

É melhor não contrariar...

Dizem alguns estudiosos, que o corpo fala...



Vou concordar plenamente, principalmente por ouvir o meu tagarelando o tempo todo.
E minhas mãos me pedem hoje um pouco de costura a mão...
Sentar. Realizar ponto por ponto. Meditar costurísticamente.



E é exatamente o que eu vou fazer.
Vou poupar as palavras por aqui... para aproveitar alguns pontos a mais das minhas costuras...


Pois hoje é um dia de muita sorte.
Sexta-feira Treze: muito Sol brilhando lá fora... um tempinho “livre” aqui dentro e minhas costuras me esperando.



Vou me dar esse luxo hoje...


Uh..hu! [isso ficou engraçado] ... lá vou eu!






bjs e boas costuras pra vocês também.











A M O essa imagem... ela já apareceu por aqui em outras vezes:


Pequena costureira, de Jessie Wilcox Smith

7 de maio de 2011

Do canteiro de "onze horas" da minha mãe...

Dia das Mães...



Um dia minha mãe me ensinou que tudo o que semeamos com amor nessa vida nos faz bem e nos coloca em contato com a nossa própria natureza, a essência da nossa Terra... e pode germinar, crescer, dar frutos, ou não.





Tudo depende sempre de tantos fatores, mas sempre devemos acreditar nas melhores colheitas![como as lindas florzinhas conhecidas com "onze horas"ou os girassóis citados aqui ao lado]




Há algo que nos liga profunda mente às nossas mães: é a natureza da vida.
A origem.




Esse lugar de onde viemos, ventre materno que habitamos um dia e que nos mantém eternamente conectados ao cordão umbilical que foi cortado ao nascermos, mas que não nos desligará nunca do amor de quem nos gerou: a nossa Mãe.



Nesse domingo, além de abraçar, beijar e aproveitar muito a presença da minha Mãe, vou homenageá-la por aqui com algumas imagens de seus canteiros floridos, das quais coleciono com carinho e que são símbolo da energia positiva que ela também tem nas mãos... que nos alimentam, abraçam, acariciam e até foram instrumento de muitas palmadas da infância (haja paciência da minha mãe com suas filhas aprontonas... e a gente compreende que paciência de Mãe tem limite!).


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Da bananeira plantada pela minha mãe...

Do chuchuzeiro da minha mãe...
DO CANTEIRO DE ONZE HORAS: da minha mãe!


À minha Mãe em especial, e à todas as màes que passarem por aqui: FELIZ DIA DAS MÃES!


4 de maio de 2011

"Ó o Carteiro!"

Hoje pela manhã, realizei algo que há anos não fazia:
enviar uma carta pelo correio!



Nossa... pode parecer bobagem, mas isso despertou em mim um sentimento saudosista de um tempo em que as pessoas mandavam cartas para dizer Oi... e escrever, de próprio punho, tantas coisas legais.

Lembrei de tempos em que me comunicava, pelas cartas, com uma de minhas irmãs que morou fora do país(se fosse hoje, falaríamos via skipe, ou msn...) dos cartões postais recebidos, da emoção de abrir uma carta de alguma amiga!

Os tempos mudaram... outras tecnologias tomam o nosso tempo, mas eu "curti" fazer isso hoje!


Pois é... então, lá fui eu para o Correio enviar a cartinha/presente para uma pessoa muito simpática que conheci, que receberá um mimo feito por mim... (confere aí daqui a uns dias Andreza!)

E, eis que descobri que foi lançada uma coleção de selos em homenagem a algumas profissões... incluindo, as costureiras, vocês sabiam? Olhem que tri!!!!



Não hesitei em pedir que a carta fosse selada com esse lindo Selo...e já aproveitei para comprar uns para a minha coleção... é provável que eu envie cartas para mais alguém das costuras, o pelo menos, decore alguns envelopes valiosos...



A minha carta já se foi... há de se esperar o tempo da viagem...da entrega... e tenho certeza que minha amiga gostará... do selo... da cartinha... do presente.

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30 de abril de 2011

"O propósito da vida é o amadurecimento da alma".

Ouvi essa frase hoje em um programa de TV... dizem que a origem é de um "ditado" Francês.
E gostei.
Gostei de ouvi-la... me fez pensar em muitas coisas e por esse motivo a deixo "pairando no ar" aqui no blog...
Coisas de quem aniversariou nessa semana...
de quem anda pensando nos própósitos da vida,
Coisas de quem aprende a "amadurecer a alma" com tudo o que lhe aparece,
e de quem Vive intensamente.
Coisas de quem costura...
emenda, remenda,
Coisas em Si.

A imagem é um Detalhe da obra: The tree ages of woman ( As três idades da mulher), de Gustav Klimt, que eu gosto muito. [1905 Rome, Galleria Nazionale d'Arte Moderna]

fonte: http://www.klimt.com/museum/klimt030.html . Acesso em 30 de abril. 2011.

23 de abril de 2011

Uma Páscoa Feliz....

É Páscoa...
Tempo de Reflexão, de recolhimento...de Esperança.




Tempo de percebermos que é na dualidade da vida, feita de amor e dor que aprendemos a viver de um jeito especial, na harmonia que nos traz a Paz de Espírito.




Desejo, nesta Páscoa, que todos nós saibamos valorizar aquilo que temos de melhor.
Que saibamos ressucitar em nós mesmos os bons sentimentos, deixando para trás tudo aquilo que não nos faz bem.




Eu passei a minha sexta-feira Santa pintando os ovos da esperança da vida, que agitei com as crianças da família... gesto tão simples de Páscoa, mas que coloca o amor familiar em movimento...







Feliz Páscoa pra vocês!!!

17 de abril de 2011

Pausa para o cafezinho...

Um cafezinho caprichado após o almoço com o marido, saboreado nas xícaras antigas que ganhei de presente da minha sogra...



um amor de conjunto, que um dia já foi dela e que hoje combina com a nossa casa, pelo simples motivo de gostarmos muito de coisas “históricas”...


Nossa casa é assim... composta por um pedacinho de cada uma das nossas famílias... objetos herdados de avós, bisavós... lembranças de bons momentos vividos espalhados por cantos especiais da casa, em composição com outras modernidades necessárias.





Alguns dizem que até parece um museu! Até pode ser, mas é um Museu bem Vivo. E... falando em museu vivo, deixo uma dica bem legal para quem gosta de visitar museus virtualmente: conhecem o The National Quilt Museum?



http://www.quiltmuseum.org


10 de abril de 2011

Muito prazer: - Me chamo Frivolité...

Entrei na linda casa dos Artesãos de Antonio Prado, curiosando tudo como sempre, interessada em ver as coisas dessa nossa cultura tão rica, que a cada dia nos apresenta tantos olhares criativos.

Vi ali, em uma cestinha, alguns marcadores de livros feitos em uma técnica que não conhecia. Fiquei admirada com tanta delicadeza, uma renda feita a mão... para marcar leituras!!!


“Um deles” me olhou e disse:

- Muito prazer: me chamo Frivolité!

Olhei para os lados e falei:

- Que lindo que és, como é que eu, morando aqui pertinho não te conhecia?

F – Pois é... são poucas pessoas aqui da região que ainda tem paciência comigo... mas eu cheguei no Brasil diretamente da Europa, durante o período de colonização... algumas Italianas me trouxeram, mas já era visto na França e Alemanha também! ... Sabia que no final do século XVI, eu, o Frivolité, virei passatempo da elite Inglesa? Depois, fiquei famoso e fui citado por poetas importantes e pintado por artistas da metade do século XIX !!!

S – Uau... quanta história! ... mas me conta como fostes criado?

F – Fui tramado/tecido com fios especiais e em um suporte chamado “navete”... algumas artesãs tinham essa ferramenta de ouro, de marfim, de madrepérola... e até com pedras preciosas...hoje tudo ficou mais simples e elas são de um tipo de plástico... minha mãe é a artesã Marli!

S – Adorei te conhecer... vou te levar para casa, marcarás esse dia com a tua beleza rendada... e também me sinalizarás a importância de sermos curiosos e conhecermos as produções artesanais de pessoas tão próximas da gente!

F – Gostei de ti também...volta sempre!


E esse foi um fragmento da “minha conversa” com o Frivolité...




Minha ida a Antonio Prado foi para encontrar pessoas muito queridas e especiais, em um final de semana de muita festa e celebração do amor, das amizades e da vida em um Casamento da família!

Termino o domingo com algumas lembranças valiosas ditas na cerimônia, como a importância de renovarmos constantemente as nossas promessas casamentais: a de manter a chama do amor bem viva não só com palavras, mas ações diárias... a de estar disposto a ajudar e pedir ajuda sempre, e a mais difícil, mas não menos importante: a de perdoar... a si mesmo e ao outro, pois as relações nem sempre são fáceis, e as vezes, se enrolam...

como no jeito tão especial de fazer Frivolité.

Uma boa semana para vocês!