Cheguei ontem no "meu cafofo" para as minhas "meditações" semanais.
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O "cafofo", no caso, é o meu Atelier...
Esse espaço reservadíssimo (ou nem tanto), onde tudo pode acontecer,
desde as mais simplórias distrações (como o caso da Aranha que tece a sua teia embaixo da mesa e que fiquei com pena de exterminá-la) até as mais "complexas experiências" de costura.
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Mas ao estar ali, sempre há algo a fazer, pensar costurar....e: organizar.
Sim, o mundo das costuras é vasto, intenso...e bagunçado também!
Passamos boa parte planejando, riscando, cortando, alfinetando, costurando...e todos os andos possíveis, inclusive, acumulando retalhos, tirinhas, fiozinhos...botões.
Resumindo a história: o que era para ser uma tarde de costuras, acabou por se tornar uma tarde de arrumações.
E também de reencontro...
Com quase todos os retalhinhos guardados, esses que vamos colocando em um saco para o momento "saco cheio" rsrsrsrsrs.
Terei que passar todos eles (todinhos!) e praticar a mágica da "Transformação dos Quadrados Escondidos" (um bom título para um livro - quem sabe...).
Sim!.
Cortarei Tudo (tudinho) em quadrados...de todos os tamanhos... que se transformarão em uma colcha!
(oh...que novidade! ...)
Sim.
Retomo o meu projeto "Colcha de retalhos - parte 2 - a Missão"...rsrsrsr...
Enquanto issos, segue a imagem de um dos sacos (cheios):
E, a de uma parte já "enquadrada", que marca o início da trabalheira ( infinita) - que transformará a minha cama no meu "Museu de Tecidos Costurados".
Vai longe "a coisa"...mas...de que vale a Vida costurística sem alguns desafios né?
Abraços gentes!
Inté a próxima ins-piração.
Si.
11 de outubro de 2013
2 de outubro de 2013
Moinho
Ando a costurar o tempo [mesmo sem tempo].
Esse que insiste em se dividir em horas,
minutos
segundos.
- - - - - - - - - - -
Tempo costurado precisa ser tempo vivido.
Sentido.
Sonhado. Respirado...
Alfinetado, alinhavado, costurado - Na Hora ( ou não?).
- - - - - - - pensamento.
- - - - - - - - - - - - silêncio.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - -suspiro.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - --.
Tempo de remendar os dias rasgados, puídos, desgastados...atritados, esses que surgem para lapidar as nossas arestas e cantos pontiagudos , imperfeitos. Essas crises (do latim crisis = "momento de decisão, de mudança súbita" - Houaiss) que movimente "a Roda", o Moinho da vida com suas águas turbulentas, e vivas.
- - - - - - - - - -
Os atritos que a vida impõe cansam.
Desgastam. Trincam. Recortam a gente (em quadrados e triângulos ou pedaços disformes) e lá vem a trabalheira abelhal infinita.
Qual?
A de "costurar" tudo de novo [quase que diariamente] nesse eterno Patchwork chamado: Vida*.
*Que sempre fica tão lindo...mesmo com aquela pitada de tristeza...de inquietude, de silêncio..
[e não é que nesta semana, em um "desvio da turbulência diária" eu encontrei um moinho pelo caminho? ...onde? Nos Caminhos de Pedra - próximo a Bento Gonçalves... prova de que mesmo diante "das pedras do caminho" podemos encontrar a belezura da vida!]
Esse que insiste em se dividir em horas,
minutos
segundos.
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Tempo costurado precisa ser tempo vivido.
Sentido.
Sonhado. Respirado...
Alfinetado, alinhavado, costurado - Na Hora ( ou não?).
- - - - - - - pensamento.
- - - - - - - - - - - - silêncio.
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Tempo de remendar os dias rasgados, puídos, desgastados...atritados, esses que surgem para lapidar as nossas arestas e cantos pontiagudos , imperfeitos. Essas crises (do latim crisis = "momento de decisão, de mudança súbita" - Houaiss) que movimente "a Roda", o Moinho da vida com suas águas turbulentas, e vivas.
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Os atritos que a vida impõe cansam.
Desgastam. Trincam. Recortam a gente (em quadrados e triângulos ou pedaços disformes) e lá vem a trabalheira abelhal infinita.
Qual?
A de "costurar" tudo de novo [quase que diariamente] nesse eterno Patchwork chamado: Vida*.
*Que sempre fica tão lindo...mesmo com aquela pitada de tristeza...de inquietude, de silêncio..
[e não é que nesta semana, em um "desvio da turbulência diária" eu encontrei um moinho pelo caminho? ...onde? Nos Caminhos de Pedra - próximo a Bento Gonçalves... prova de que mesmo diante "das pedras do caminho" podemos encontrar a belezura da vida!]
16 de setembro de 2013
São Tantas Emoções...
Sim!
Do que estou falando? Do Festival de Gramado, é claro. Evento mais do que especial, sempre vivido intensamente em dias especiais em que me dou o direito de ir lá só para costurar e: Me emocionar.
Rever amizades antigas (matar a saudade de muitas)... fazer novas, aprender Sempre.
Há anos participo, e é sempre um evento muito legal:
Dia de colecionar abraços, trocar idéias durante e entre o intervalo dos cursos e das comprinhas básicas... Dias para apreciar a Exposição dos Quilts, Rir e sorrir, renovar conhecimentos, encher os olhos (e a alma) de idéias e energias boas.
Nesse ano, escolhi a letra da música do Roberto (o Carlos), já cantada por tantos... palavras que traduzem a poesia desses momentos vividos por mim no 16 Festival de Quilt e Patchwork em Gramado. "Som na caixa":
Quando eu estou aqui...Eu vivo esse momento lindo:
(créditos foto: Quilt Brasil Eventos)
Olhando pra você(s), E as mesmas emoções, Sentindo...
São tantas já vividas, São momentos Que eu não me esqueci
Detalhes de uma vida, Histórias que eu contei aqui... (e aqui...e aqui...e aqui..e aqui...tem mais uns outros ali, mas me perdi no blog...rsrsrs)
Na foto, as mãos de quem me Ensinou neste ano: Cecilia Koppmann [Picos da montanha], Sandra Regina Peteresen Callegari[Desmistificando o log cabin], Deolinda Moraes[Redwork faça fácil] e Lu Gastal[Patchencontro]
Amigos eu ganhei, Saudades eu senti partindo
(créditos da foto: Lu Gastal) ... em: momento "Operação: Criação Tilda "
E às vezes eu deixei, Você me ver chorar sorrindo...
A "foto da foto"...créditos: Lu Gastal... Em momento - tira um foto para eu nunca mais esquecer desse dia? (e da Tilda linda que eu aprendi a fazer!)
Sei tudo que o amor, É capaz de me dar
Eu sei já sofri,, Mas não deixo de amar [...Na fé que me faz, Otimista demais]
Se chorei o se sorri...o importante é que emoções eu vivi!!!!
O Festival 2013 acabou... mas em 2014 tem mais!
Bjos no coração de quem vi por lá, abracei, olhei nos olhos em momento compartilhado (ao vivo e a cores) entre as linhas, agulhas e, alfinetes de bolinha.
Gostou da minha "cantoria"?
É a vida...são muuuitas emoções...rsrsrsr
bjs proceis também.
Sinara.
Gostou da minha "cantoria"?
É a vida...são muuuitas emoções...rsrsrsr
bjs proceis também.
Sinara.
3 de agosto de 2013
Visita da Dona Saudade.
Dona Saudade me acordou hoje bem cedo...
Ela me olhou nos olhos e disse:
DS - Oi, que Saudades de ti!
Confesso que demorei para processar esse sentimento, que num primeiro momento (e num segundo e terceiro também), me pareceu narcisista demais (e, eu sei que é...mas...e daí? risos... ).
Mas então, olhei para "todas aquelas que estavam ali no espelho" e pedi:
Si - Quem aí nunca teve saudades de uma parte sua que ficou distante por um tempo?
Todos ficaram pensativos... (e vocês não ficariam?)
Sis - Escuta heim, por onde será que anda aquela lá?
Coisa de conversa - de louco rsrsrsr - ou simplesmente um diálogo entre mente e coração....essa dupla que dificilmente nos mente.
Ela me olhou nos olhos e disse:
DS - Oi, que Saudades de ti!
Confesso que demorei para processar esse sentimento, que num primeiro momento (e num segundo e terceiro também), me pareceu narcisista demais (e, eu sei que é...mas...e daí? risos... ).
Mas então, olhei para "todas aquelas que estavam ali no espelho" e pedi:
Si - Quem aí nunca teve saudades de uma parte sua que ficou distante por um tempo?
Todos ficaram pensativos... (e vocês não ficariam?)
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Tantas vezes a vida nos distancia de nós mesmos... acordamos, damos um "Oi" para todos os nossos "eus" e seguimos a vida e seus mil afazeres, onde cada dia revezamos tantas partes de nós é que tomam a frente das ações do dia. Mas sempre tem aquela parte que ficou distante. Que não teve mais a oportunidade do encontro... porque a vida é assim mesmo.
E, então, um dia acordamos - num sábado de manhã nebuloso e frio - e lá vem a pergunta:Sis - Escuta heim, por onde será que anda aquela lá?
Coisa de conversa - de louco rsrsrsr - ou simplesmente um diálogo entre mente e coração....essa dupla que dificilmente nos mente.
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Si - Então, Dra. Saudade, o que é que eu faço?
DS - Bem...em caso de "Saudade aguda do seu Eu costurístico" só há um remédio: preparar o café...as linhas, os tecidos, as idéias e... matar a saudade! (mmm...ou seria, Viver a Saudade?...)
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Si - Obrigada Dona Saudade, por me visitar. A sua presença possibilita que meu pensamento permaneça livre (e sem culpa) onde todos possam ir e voltar sempre que quiserem e puderem.
A propósito..., preciso me despedir... há alguém me esperando para costurar: o meu outro amigo" MC"... Momento Costurístico, aquele que reveza nas minhas idéias as músicas compostas pelas linhas, tecidos, agulhas e, alfinetes de bolinha. Também conhecido como MP - Momento Presente. Tchau... até breve!
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Saudades de vocês que circulam (ou circulavam) pelo Blog também...
Pra vocês, um abração e, as flores do meu sábado:
Ps. Com direito a uma "intervenção gatal" rsrsrsrsrs
9 de junho de 2013
Cá com os meus botões...
Vejam que imagem linda a "Mulher Botão"...
Sim, é óbevio que eu me vi neste Ser... foi identificação imediata.
Se a encontrasse na rua diria que é a minha alma gêmea (risos)
The Button Lady at Ripley's Believe it or Not Museum in Copenhagen
(a imagem estava publicada no Face Stitchin N Bitchin):
Eu escreveria uma tese sobre essa obra... os botões da minha mente "pipocam" felizes.
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Viva a Vida e sua poética encontrada ao acaso.
Abraços,
Si.
21 de maio de 2013
O Sol sempre llumina.
A Luz do Sol ilumina as minhas mãos diante do teclado Azul de meu computador.
Este que "computa a dor" de - digitar, digitar, digitar... relatar,
e Não-costurar.
Penso nas minhas amigas, As Escolhas, essas que nos ensinam tanto (primas das Escolas), mas que em alguns momentos, parecem ficar tão orgulhosas e arrogantes em si mesmas que resolvem preencher TODOS os nossos espaços.
Elas - As Escolhas - correm na nossa frente apressadas, elas têm uma ânsia de Viver...
Saem gritando: - Sim, posso. - Sim, eu vou. - Sim...Sim..Sim. (Acho que pensaram um dia que dominariam o mundo...elas e o Cérebro, aquele do desenho animado ...).
Já ouvi dizerem uns NÃO de vez em quando, mas depois ficam ali, pensativas, recebendo a visita das Culpas.
Essas Culpas julgadoras e fofoqueiras que aparecem apenas para dizer: - Viu, viu... nós te avisamos. Viu...viu... - Viu só... tu aqui e a tua máquina de costura lá... tu aqui...e tuas idéias na gaveta...
E começa esse tal de Tu...tu...tu...tu...tu... : Sinal de ocupado - na minha Linha.
Eu preciso Des-Ocupar... Abrir espaço.
"Discar".
Quero a minha linha mais livre...analógica - e se possível colocá-la na agulha e sair costurando de novo. !!!
Pela "décima milésima vez", dou-me conta de que as Escolhas sempre são Amigas e Bem vindas... mas ainda precisamos aprender a "fechar a porta" na cara das Culpas... há momentos em que elas conseguem ser inconvenientes. Principalmente quando necessitamos criar... sem julgamentos, sem cobranças, sem a presença de culpa nenhuma.
Nossa imaginação é uma festa...(a minha pelo menos é, mas também "me salva" de vez em quando) como neste momento.
Este que "computa a dor" de - digitar, digitar, digitar... relatar,
e Não-costurar.
Penso nas minhas amigas, As Escolhas, essas que nos ensinam tanto (primas das Escolas), mas que em alguns momentos, parecem ficar tão orgulhosas e arrogantes em si mesmas que resolvem preencher TODOS os nossos espaços.
Elas - As Escolhas - correm na nossa frente apressadas, elas têm uma ânsia de Viver...
Saem gritando: - Sim, posso. - Sim, eu vou. - Sim...Sim..Sim. (Acho que pensaram um dia que dominariam o mundo...elas e o Cérebro, aquele do desenho animado ...).
Já ouvi dizerem uns NÃO de vez em quando, mas depois ficam ali, pensativas, recebendo a visita das Culpas.
Essas Culpas julgadoras e fofoqueiras que aparecem apenas para dizer: - Viu, viu... nós te avisamos. Viu...viu... - Viu só... tu aqui e a tua máquina de costura lá... tu aqui...e tuas idéias na gaveta...
E começa esse tal de Tu...tu...tu...tu...tu... : Sinal de ocupado - na minha Linha.
Eu preciso Des-Ocupar... Abrir espaço.
"Discar".
Quero a minha linha mais livre...analógica - e se possível colocá-la na agulha e sair costurando de novo. !!!
Pela "décima milésima vez", dou-me conta de que as Escolhas sempre são Amigas e Bem vindas... mas ainda precisamos aprender a "fechar a porta" na cara das Culpas... há momentos em que elas conseguem ser inconvenientes. Principalmente quando necessitamos criar... sem julgamentos, sem cobranças, sem a presença de culpa nenhuma.
Nossa imaginação é uma festa...(a minha pelo menos é, mas também "me salva" de vez em quando) como neste momento.
Toc...Toc...toc...
S - Quem Bate?
TC - Sou eu, teu Grande Amigo Tempo Costurístico! - - - - - - - -
S - Vem cá e me dá um abraço! Que saudades... entre, fique. Temos muito o que conversar.
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Ps. a imagem eu vi no face do Stitchin N Bitchin
13 de março de 2013
Correnteza.
Não há tempo para muitas palavras...
E meus pensamentos invadem o espaço dos meus suspiros.
Minha linha tem vida própria. (ou seria minha vida tem linha própria?)
Os tecidos que me compõem rasgam, desfiam no uso e des-uso cotidiano.
E, assim, de repente, se fortalecem recompondo os sonhos enfraquecidos.
Enquanto penso, repenso, desmancho e recomeço.
Ouço a voz do Destino (seria Deus?...), Esse que sempre assopra em meus ouvidos idéias que mantém a minha chama acesa...
Descobri a imagem em um click curioso de um domingo dividido em descanso, vida em família, trabalho, amizade compartilhada... impossível não apresentá-la aqui:
A autoria da imagem... ainda descobrirei em detalhes... mas como já diria Mario Quintana, pra que nomes se era azul e voava?
Sigo na correria insana da vida e seus deveres e afazeres... que mesmo na correnteza mais forte, não me impedem de sonhar.
Sinara.
ps. Não sei mais pra quem escrevo...será que alguém ainda me Lê?
Quem sabe o silêncio por aqui seja sinal de que é hora de guardar as palavras - e os pensamentos - a sete chaves. Quem sabe... (alguns recados poderão ser interpretados como um sinal...para o atual Drama... Continuar com o blog, ou não: eis a questão!).
E meus pensamentos invadem o espaço dos meus suspiros.
Minha linha tem vida própria. (ou seria minha vida tem linha própria?)
Os tecidos que me compõem rasgam, desfiam no uso e des-uso cotidiano.
E, assim, de repente, se fortalecem recompondo os sonhos enfraquecidos.
Enquanto penso, repenso, desmancho e recomeço.
Ouço a voz do Destino (seria Deus?...), Esse que sempre assopra em meus ouvidos idéias que mantém a minha chama acesa...
Descobri a imagem em um click curioso de um domingo dividido em descanso, vida em família, trabalho, amizade compartilhada... impossível não apresentá-la aqui:
A autoria da imagem... ainda descobrirei em detalhes... mas como já diria Mario Quintana, pra que nomes se era azul e voava?
Sigo na correria insana da vida e seus deveres e afazeres... que mesmo na correnteza mais forte, não me impedem de sonhar.
Sinara.
ps. Não sei mais pra quem escrevo...será que alguém ainda me Lê?
Quem sabe o silêncio por aqui seja sinal de que é hora de guardar as palavras - e os pensamentos - a sete chaves. Quem sabe... (alguns recados poderão ser interpretados como um sinal...para o atual Drama... Continuar com o blog, ou não: eis a questão!).
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